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domingo, 13 de janeiro de 2013

As inequívocas declarações do Pensador Haddammann; sobre Fé e religião


PARA CLARA ATENÇÃO DO SER HUMANO QUE PORTA UM MÍNIMO DE CONSCIÊNCIA.

(3a. parte da entrevista com o Pensador Haddammann)

Este artigo-entrevista está revisionado por conter PROVAS de fatos que podem revolucionar nossa Civilização.

É de pronto interesse para a organização Católica, por motivos que vão ser mostrados antes e adiante dele.

Ressalto que, a posição nele não é a de destruir, antes pauta-se no conceito primordial de que desconstruir não é destruir; e pode-se desconstruir uma edificação que já não compete em um âmbito ou período do viver, para então refazê-la.

Ao que cabe lendo o que está aqui, é saber que não há receios de que aristocracias cuidem de suportes de uma e outra Sociedade, como também não há por aqui favores para lisonjear a pobreza ou a riqueza.

É nesse ponto que será citado um ou outro episódio que serão para muitíssima atenção por os que hoje vivem onde quer que for, em que Sociedade for.

A organização católica terá como chance de sobrevivência se refazer como referência entre as aristocracias civis e os menos progressidos; transformando-se para produção de Arte Tecnológica e Poesia, e daí poderá propor conotações da cultura e seus cambiamentos.

Cita-se como exemplo de Arte Tecnológica os modelos de diretrizes lógico-espaciais que refletem (ou propõem-se à Reflexão) os arcabouços ou parâmetros para-didáticos que de modo artístico expõem o que a Natureza faz – (em sua simplicidade) – e como o ESPAÇO comporta complexidades.

As fotografias da Natureza a serem vistas neste artigo comprovam simultaneamente que estivemos sob enganos interpretativos sobre o Conhecimento e Saber Conceitual, expressando PROVAS de exatíssimas linhas da elaboratividade natural – E nelas vamos ver que nunca a mulher foi criada por nenhuma mentalidade por mais adiantada/excelsa que fosse, pois as linhas da femina são inerentes à constituição espacial que podemos ver no íntimo da Natureza. Do mesmo modo, princípios como o da Equanimidade – que calçam a Justiça – são tão prioritários como os traços exatos (na elaboração das formas) que respondem pela Matemática, em tanta exatidão quanto os que estão em bolhas que marcam rigorosamente o voleio e vigor da Gravidade.

Vamos aí às inequívocas constatações que assino na qualidade de Pensador e autor Haddammann .. ..

(por elas apresento a Odilo Scherer que já não mais se chamem o funcionais basilares como “padres” mas sim, como “parters”, ou “parteiros” da parte ficcional que cuida do emotivo do ser)*

O porque de remeter a esse nome se dá por este motivo:

Em artigo repreendendo o Mensalão e o circo de avilte civil dentro da própria Justiça (inclusive com forjamento encapado até de falso “herói” e recompensa de mandato à CONDENADOS), o iminente aspire à Papa redigiu essa frase:

“ … o 'quinto' mandamento, não roubarás … “

O que nela há além da reprimenda? Que murmúrio silencioso há que revela um grito tão drástico em um atravessamento na escala de ordem dentro das leis em sua própria jurisdição?

É um sinal que se vale do que aponta, ao saltar para o resvalo de competência no titular de uma autoridade da referente escrita.
Como a checar ecos de sumas competências e também a atenção dos mais simples que andam a se vender em pacotes quotizados, vaporizados por enganos de interesses que lhes cegam.

E o autor da frase não a dirigiu à êrmo; antes como a direcionar uma seta minúscula, mirou e atingiu em cheio o mais alto a estar sentado e o mais rasteiro perambulante com crachá de poder.

A arte da língua guarda a competência de conotações, e a eficácia da Sabedoria.

(Fiz isso também , com igual risco, ao divulgar uma sequência-prima inédita; lancei-a com um fator divisor dentro e bem em cima de um traço de divisão (quando devia e deve estar fora, separado depois dele). E ficando gritante o 'resvalo' na desmontagem da sequência, nem assim nenhum matemático reclamou, talvez até tenham desdenhado da divulgação; e muito mais mesmo foi a desatenção de tantos estudantes e professores, conquanto tudo que estivesse ao bordo dela.

Acontece que o nome que citou a frase não é um bucéfalo à ironizar de modo sofrível, como um nulo opositor politico, a gripe suína. E a caduquice usurpadora caiu do assento, desmascarando sua soberba descomedida (como um medievo déspota que mais cultua o nazismo restringidor da Sociedade do que ao próprio símbolo que prega -- vergando-se à lábia de aliciamento ao formato de pasto engendrada pelo deplorável protestantismo-evangélico-mercantil, que alastra disfarçadamente e fingidamente o engôdo unificador do Zeitgeist) ao tentar aproveitar o “êrro” e 'atrasar' um iminente sucessor.

Tácito isto; requer-se de quantos em tantas áreas do Conhecimento, o mesmo apuro, envergadura, e, aprontamento, para analisar e proceder o que se vai ler adiante. Por tais declarações se deverá ater que não são nas declarações de um sem-crença que reside o perigo de descambo de uma Sociedade, porque nunca a falta de (ou imunidade à) crença deslustrou nenhuma faculdade ou capacidade ou dignidade ou organização humana.

Por quanto, ainda é essa a validez e recíprocidade que, como autor do Projeto Passos da Natureza 21 ressalto, para se vislumbrar a qualidade reflectiva pulsante nessa iniciativa, que detém a competência de prontificar conceituamentos, ao colocar-se como referência na Sociedade Civil; acenando que não cabe nenhuma interferência ou coerção de intenções de doutrinadores em suas proposições educativo-recreativas.

Antes que ruídos destilando nocividade descaiam a bôca a dizer: “Ah, mas esse moço tá fazendo mais uma Fé!”. Total asneira; porque fé é de fôro íntimo, e não é por um interesseiro se escorar num montão de crentes que a mesma passa a ter algum reles valor. E, se bem conta, os ditames ancestrais para ordenamento social valem enquanto o ser humano tiver coração e pautar-se por Justiça; mesmo que um e outro se contornem no balanceio de uma época na questão do viver em par ou na aquiescência a um símbolo protetor. E quanto a esses ditames, uma vez que quase todos são provados em consenso civil, também servem prática e filosoficamente aos integrantes do Projeto Passos da Natureza que, como quaisquer pessoas que a eles se sintam em consonância, podem procurar os “parteiros” cuidadores deles, para prezarem qual comportamento os sirva como pauta num conviver geral ou matrimonial; desse modo não há que se impeça quem for de, por consenso, se sentir próximo aos passos e festividades basilares deles. Ficando claro que quanto à âmbito de amizades e ao viver civil - em várias gamas de particularidades - as pessoas vislumbrem sua melhor forma de ser e se expressar e identificar.


Essas são declarações sobre Fé e sobre Religião ,, ,,


Ciência comporta questão e comprovação.
Fé comporta perspectiva de âmbito questionável.
Religião expulsa as duas, e impõe fantasia e trave de cegueira.

Ciência é implacável ao visar a Técnica, por visar a Tecnologia.
(porque o homem tem exigências de ordem prática e de precisão)
Fé é suscetível à inquietude da ponderação.
(porque o ser humano é inquieto, intuitivo)

Ciência propõe-se pelo estado do homem no dia-a-dia; em compromisso com seu bem-estar e sua preservação.
Fé propõe-se no estágio do ser lançar-se em um alcance.

Ciência propõe para o imediato e para a continuidade.
(para a gradação evolutiva)
Fé propõe-se para o incerto.
(em especulação anterior à reflexão).

E nesse ponto, o da especulação intuitiva, é que a fé tem a característica da inferência, que é o termo, o vocábulo usado pela Ciência para designar o mais mínimo ato especulativo).

Na hora de jogar no lixo todos os embustes das invencionices forjadas para sacrificar e escravizar os seres humanos nos formatos das crenças, vemos que foram a Arte e a Música as primeiras coisas valiosas que as crenças usaram para aviltar a sublime expressividdade da Natureza.

De fato, sublime é a palavra que o ser humano busca ao contemplar a criatividade da Natureza em todo o ESPAÇO; porque sublime está no diminuto liminar do íntimo da Natureza, e reporta para o máximo limiar da mais superlativa expansão que vemos telescopicamente.

Hoje está-se a tentar aviltar também a Ciência, e a História, impregnando-as com falsetes que “esquentam” a inutilidade e a nocividade parasita das crenças.

Conceitos importantíssimos de nossos ancestrais foram apagados e borrados pelas farsas das crenças. E nós, seres humanos, fomos aferrolhados à mentiras que sufocaram nossa liberdade e estropiaram nossas riquezas (psicológicas, físicas, financeiras, emocionais).

Fé como também Inferência, não podem ser usadas para arrebanhamento afim de forçar credibilidade; não servem a isso.


Fé, quando se tem, em que for que se especule, é como a inferência que um investigador põe em um moedor de grãos (figurativamente) até tirar dali o que possa ser útil ou desfazer-se do pó que sobrou.

Fé cabe em uma pessoa, em duas vira crença, apodrece; e se ambas forçarem uma terceira a tê-la vira religião, uma arma lesiva, que gera um arrebanhamento interesseiro e sistematicamente parasita.

Portanto, nada mais ignominioso do que a usurpação da Ciência e da Fé, por religião e crença.
Porque a religião toma-se de dona do conceito de Fé, usurpando-o das dúvidas do homem, e o induz e o obriga a deixar de pensar, de questionar, de respirar a vida. Porque a Ciência traz e mostra maravilhas; já a Fé pode fazer poesias para estimular, encontrar, e saborear as maravilhas da Ciência.
E a Arte nasce em ambas, na Fé por conotações ficcionais, e na Ciência por elaborações projecionais. Estirando ambas, juntando ambas.

Assim, nada mais deplorável que dizer:
Ciência é coisa ruim”, por insuflação de pastores (um ser humano autêntico e sincero não seria nomeado honestamente como “pastor”).
E depois, deslavadamente, dizer:
Ciência existe para provar esse ou aquele livro, bíblia, etc (calhamaços de tal formato)”

Nisso fica claro que os que se dizem representantes “divinos”, nada sabem; não têm autoridade legítima nenhuma perante as verdadeiras riquezas da preservação da vida; porque as invencionices religiosas contrapõem-se à Fé e também contra a Ciência, e os mandantes de crenças não têm, portanto, dignidade para erigir o ser humano.

De falácias inventadas as religiões descambam para o crime crasso, porque não sabendo em que se pauta as palavras ancestrais de nossa espécie, adentram pelo burracionismo e impõem o terrorismo da ignorância, a extorção civil, para reter a qualquer custo o nababo desfrute das vantagens da pregação dos interesses desses mandantes sem escrúpulos que escondem suas irrelevâncias e opressões..

Assim, pela Fé e pela Ciência, as máfias e as máscaras caem.
De forma que, por mais que inventem frases de efeito para impor escravidão psicológica ao ser humano, como “Deus está no controle”, por certo que esse “deus” não é o Conceito de Fé que incide no íntimo de alguém; porque o Conceito de Fé é o da representatividade da busca do Esclarecer, do Esclarecimento, que pode comportar nele a intuição dum Infinito Orientador, ao que o ser humano por anseio provindo de solidão ou proteção, por escolha, quando compete, reverencia.

Assim, só o burracionismo religioso pode engendrar invencionices, para assegurar cargos “divinos” inúteis dos sem-préstimo, parasitas, inculcadores de falácias e sofismas e mentiras; porque, a proposta ancestral da idéia da criatividade da Natureza não comporta a representação (a representatividade, a linguagem) da Ciência, mas sim, a figura e o conceito, expressado pelo alcance da poesia.

Por isto, nenhuma frase em religião presta, toda e qualquer uma, tem intenção de engodo, e embuste; para submeter o ser humano à escravidão psicológica, cercando-o e matando-o por laços e aguilhões de submissão e terror.

(Cabe, sim, tão somente ao Sociólogo, Filósofo, Historiador, e os romanceadores, posicionar o assunto de Fé – porque onde quer que haja qualquer conotação financeira destituiu-se, dali ou disso, a Fé e instaurou-se a crença, a religião – um empecilho esquisito que instalou-se, como um vírus parasita violento, na Sociedade Humana).

Desse modo é que sempre fomos enganados, porque os que se dizem “dignatários por autoridade religiosa” nada são, senão apenas estelionatários da Fé, corrompedores do Saber, frangalhos dos restos sobrados das próprias destruições e crimes que fizeram; porque pelas mentiras insanas que impõem mataram e matam cada um que os convoque ao encontro da Justiça e do Saber. Mas a espécie, em vigor da vida, pondera e deflagra a Sentença.

Quando os religiosos e seus asseclas e amancomunados intentaram contra a Humanidade, arrebentaram-se a si mesmos, tentando escarnecer, difamar, desguarnecer, e desmerecer, termos como Reflexão, Lógica, Competição, Justiça, ..., usando-os em frases depreciativas, ignóbeis, insanas. E incorreram em tão completa desfaçatez que acabaram por encontrar a firme, tácita, e improrrogável postura da dignidade humana; devido ao choro, ao estarrecimento, aos gritos, e sofrimentos, de muitos e muitos, que ascenderam aos brios da Humanidade, e fizeram-se incandescentes em palavras e atos e posturas para o clarão de liberdade humana.

* A complementação, mais as imagens devidamente comentadas, vão estar em continuação em blog escolhido pelo autor, preferencialmente será em ambiência do Gleam(er)(s) Team (pela qualificação e abordagem científica) e/ou University Primer XXI.

Haddammann Veron Sinn-Klyss
domingo, 18 de maio de 2008
Brasil
Em revisão
09 de janeiro de 2013



Complemento de: A 3a. Entrevista com o Pensador Haddammann.

Fulcral equívoco católico ocorreu em 1987 quando um grupo de pais de estudantes, nos EUA, ganhou o processo de fazer valer que seus
filhos na escola ficassem isentos de aulas de RELIGIÃO; um velho católico 'resmungou' que não ficaria assim. E foi aí que o
catolicismo perdeu feio uma chance de melhorar a Sociedade. Pois na ânsia de revidar, entrou na balela escorregadia dos
protestantes-evangélicos de aferrolhar a Sociedade com impregnação de religião pela imposição de violento surto de TERROR (que culminou
no fatídico 11 de setembro e formatou a "crise").

A aristocracia católica não viu e não aprendeu ou se deixou levar pela "raiva" (que foi insuflada pela ganância de resquícios
NAZI até dentro do Vaticano), deixando de lembrar que nunca o estirão social solto e fora das proximidades da liturgia foi
entrave para que houvesse salutar convivência entre o contexto consensual de Fé e o chucro querer liberto a dançar os sonhos
individuais na Sociedade.

O capitalismo-meritocrático já tinha seu rufar na aspiração contida nessa realidade. Porque o conceito de Equanimidade é mais
bem consentido do que o de Igualdade no que concerne ào viver civil, pois implica competência e zêlos diferentes (que é do
gosto da vida); e o mesmo é totalmente avesso à "quota de favores", por essa absurda instrumentação ensejar a usurpação e
fomentar a corrupção, e dar volume ao que sobrevive em tumores necrozados.

E foi ao embarcar na trapaça protestante-evangélica de formatar um mundo com feitio de pasto, ao invés de uma Sociedade
Humana, é que o catolicismo perdeu a oportunidade de diminuir de vez a insânia dos "pastores" mercenários, com seus fingidos
cargos "divinos".

Isto porque o catolicismo se descuidou de verificar que os chucros no viver civil ao estarem aliviados nas escolas das aulas
de religião, tinham por base a cartilha de ordem civil provida no educar dos pais (portanto, a própria organização católica
ultrapassou os cercames educativos dos pais e tolheu-se de confiar na sua própria competência); pois mnemonicamente nós temos
as reminiscências de todas nossos acertos. e nem pagãos nem católicos dispensariam e não dispensam as lições básicaS de ordem
civil, como o NÃO ROUBAR, que no cerne, no bojo da Educação, estão lá com os cuidadores das liturgias no provimento de alguns
valores abstratos; e é o que faz o moço ou a moça consentirem ir à eles quando se enamoram mais sério pensando em união
afetiva que gere laços reprodutivos.

O catolicismo ganhava quieto porque a poeira já cobria a ganância da falsa humildade interesseira dos formatadores de pastos.
E a saudável refrescagem dos Anos 80 vicejaria daí, de os competentes "parteiros" terem vislumbrado isso (mas foram tolhidos
e se deixaram aliciar também pela insuflação da correria insana dos perdedores, dos que perdiam).

Existe um romance na vida, e na vida a Fé se equilibra na vaidade; assim como as inferências se descartam ou se prestam na
formação das premissas às teses e até aos postulados (e a Equanimidade é um princípio - abstrato - firmado em postulado da Física para pares-carga).

Quando o Pensador Haddammann empreendeu como suporte civil a iniciativa Projeto Passos da Natureza 21, para que por uma
recreatividade reflexiva as pessoas pudessem ser neutras entre si em questão de Fé, pelo menos ao divertirem-se em uma
brincadeira (prezando-se o tato dessas ponderações acima), os insanos mandantes das igrejas-protestantes-evangélicas, mais os
espíritas e até budistas (os muçulmanos foram mais diretos: "se nos importunar a gente FAZ MAL A VOCÊ"), intentaram a
destruição da vida e labores desse pesquisador em Lógica Conjuntural do ESPAÇO; mas fazendo isso, revelaram toda a sordidez
com que manipulam as pessoas tanto individualmente quanto em Sociedade, e canalhice desses parasitas ficou evidente e
estampada ante a cara estupefacta das populações.

Estamos preparando uma seleção das fotografias que estão sendo referidas no post; mas pra adiantar, os leitores podem acessar  o link .. .. 




(esse fenômeno mostra um padrão gerado no íntimo da Natureza; nessa foto poderão ver o contorno quase que de um "seio"  -- mas entre as outras
 fotos que vão ser divulgadas terá uma com a característica feminina
 de "seio" até com mamilo com a forma ainda mais nítida).


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Que as Competências se Estabeleçam ...

What skills are established .. ..





quinta-feira, 15 de novembro de 2012

"Saudações à Quem tem Coragem"

"Greetings to those who have courage."
.. :: Saudações à quem tem coragem :: ..

Touch is it ... is pencil at mouth and heart in hand.
O toque é este: é lápis na bôca e coração na mão .
(link)

Se você quer DICAS e conceitos que nem o professor do Bill Gates sabe; 
(porque ele não tem tempo, pois "faz" 30 aulas por dia, e o dia só tem 24 horas)
Então prefira o que não é  "copiado" , mas feito com a demora que
o que é inédito e MELHOR precisa.

Nossos links são as vias do néctar ... um saber impagável;
deliciosamente útil e simples.
E (para quem tem personalidade própria) IMPRESCINDÍVEL

Os links são como esse:
1st Jovens


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O Segundo Modo da Divisão ... for Aspires

Se vocês estiveram no link Os Seis Modos da Divisão
então viram lá o primeiro modo;
um inteiro (que pode ser um tamanho ou uma quantidade)
que dividido obteve-se o que também pode ser um tamanho ou 
uma quantidade.
E lá referiu-se também aos sinais (negativo e positivo)
que poderiam ou podem aparecer numa Divisão
(como em outras operações).
Bem. Aqui vemos o inteiro quatrocentos dividido em duas partes,
obtendo-se o valor de uma dessas metades;
e vemos aí também o comportamento dos sinais 
(apresentados nessa divisão):




Vamos agora considerar uma reflexão importante sobre  ... 



O divisor e o quociente;

quando a divisão indica ser o quociente um tamanho ou uma quantidade, 

E,

quando é notável que um deles (o divisor ou o quociente)
é um número absoluto.
Isso mesmo, o número desprovido de sinal.

Aí na figura, nós vemos em um dos exemplos, que o divisor determinou a 
a característica do quociente; no outro, o Dividendo indicou que o
quociente seria um valor tipo uma dívida.

Nem sequer cogitamos sobre a característica do divisor, ser um separador, 
apenas vimos, de pronto, que cabia dentro do dividendo.

Essa é a noção mais comum de uma operação de Divisão.

Notando-se o exemplo que o divisor ( 2 ) aparece sem sinal 
(o interpretamos como "positivo");
fica bastante embutido nele que,
como SEPARADOR foi usado (duas vezes), ou seja, como quantidade;
obtendo-se um tamanho (como quota).

Muito bem.
Acontece que essa quantidade (duas vezes) não é propriamente 
"um número positivo"; é mesmo um número natural, que age/ é utilizado
como separador, tendo em si atribuído um valor absoluto (de número natural).
O quociente é que é categorizado como número inteiro.

A questão de o sinal aparecer ou no Dividendo, ou no divisor, 
provoca sua determinação no quociente.
Na Física, o separador é interpretado como "operador" ...
que visualizando, é como se a barra da Divisão fosse uma ripa, 
uma colher, e o número absoluto é o "quantas vezes" o 
utensílio/separador é usado.
Como podem ver, as importâncias na Matemática ou na Física, não são tão
"abstratas" assim; e o divisor tem em si, de fato, uma função e um valor,e ainda pode ter um "sinal".

Pois bem.

O Segundo Modo de Dividir apresenta o Dividendo menor que o divisor:
E se entra numa situação operacional em que vamos encontrar os números decimais ...



Vemos que o divisor necessariamente indica que o quociente não pode ser uma
"quantidade inteira" (e o próprio divisor não pode ser um tamanho).

E confirmamos que o divisor é um valor absoluto, e indica que,
se a divisão for efetivada, o quociente terá que extrapolar para 
outra escala.

A desconexão entre os conceitos ou a falta deles, e por ficar o aprendizado 
espalhado em nossas cabeças durante o aprendizado consecutivo da Matemática, 
é que faz termos dificuldades imensas para apreender as coisas mais
simples que poderíamos imaginar.


Ficamos por aqui ...

Esta explicação também vai constar como atribuição na Passos da Natureza 21.





sexta-feira, 16 de março de 2012

Por Dentro do Corpo Humano .. Vídeo Incomparável.

Estudantes: Aspires e Gleamers ... Atenção para esse vídeo:
Por dentro do Corpo Humano::

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Post que gerou a Impactante Entrevista com a Evolucionária Argumentação do Pensador Haddammann.

Argumentações impactantes que propiciaram a entrevista que mostra a evolucionadora conceituação, que nos brinda com frutos sadios, a extraordinária mentalidade consciente do Pensador Haddammann:
Não é "deus" que nos faz suportar nossos semelhantes. A sexualidade é que nos faz suportar as pessoas, e nos faz agradar uns aos outros. É pela energia sexual que nossa percepção de estética "veste-nos" de aceitação dos outros. Isto porque o sexo está literalmente vinculado aos mesmos apelos com que saciamos a fome. Gostamos de um fruto pelo cheiro, textura, etc. São indicações que nos indicam sobrevivência. Tudo isso tem a ver com um fato: O versionamento de princípios. Os princípios evoluem-se. Da simplicidade para a complexidade; e paradoxalmente quanto mais sofisticado se tornam mais ficam a um pulo da simplicidade.



O bebê que inicia a alimentação na mãe que o amamenta, não a vê nitidamente; vê borrões e silhuetas; mas com certeza o grãozinho naquela forma de "pote" que ele encosta a ávida boquinha ele nunca vai esquecer. E essa lembrança dirá a ele, ao olhar uma namorada: "o gosto de seus seios prosseguirá minha sobrevivência". Em muito isso não é uma "máquina"; mas um tão avançado passo evolutivo que romanceia a necessidade; o instinto e a lei da sobrevivência.


No ser humano isso é um estado de excelência evolutiva que se faz próprio ao aporte da consciência (bem como o é também na forma de uma espécie haver separação em duas formas diferentes -- macho e fêmea -- para já saborizar e excitar atividade, ensejando com isso suporte psicológico do romance para o estágio de uma mentalidade com consciência.


Qualquer que seja uma Sociedade em que haja indivíduos com alguma gradação de consciência. logo o "instinto natural" propõe regras vitais no proceder individual e social.


As regras naturais instintivas "brotam" porque também indicam ao indivíduo satisfatoriedades no viver. Assim; por motivos muito fortes indivíduos adultos não avançam em crianças tenras para sexo: a pessoa adulta vê indicações nítidas de que a criança naturalmente não está provida de condições elementares que ensejam resposta aos estímulos adultos. Uma indicação nítida é o calibre dos órgãos sexuais; outra é o paladar (qualquer criança sabe disso -- para ela, por exemplo, beijar a boca de outra criança é o mesmo que beijar uma tábua de madeira. Pode ser 'engraçadinho' para os pais, mas sem significado algum para a criança. Se não fossem os estímulos advindos na puberdade, uma pessoa sequer teria condições de fazer essa comparação, etc,etc; também no teor biológico disso está o teor psicológico que faz a pessoa distar-se da mãe; pois ao "desgostar" do leite materno, ela 'desliga' o estímulo sexual em referência à mãe pois o vincula a um alimento que não mais quer, e o acende pela estética às namoradas, que pelo bico dos seios logo conduz-se para o sabor de outro gosto, que está numa entrada em que quer entrar -- isso é versionado de maneira diferente no homem e na mulher -- e isso faz e remonta mnemônicamente a questão do "lar", de sua origem).


Tudo isso é maravilhoso como expressões da Natureza; e tudo começa por questões simples de Lógica Espacial.


Compete-nos (principalmente aos pensadores de primeira linha, como foi Joule, Napier, etc, etc, etc) didatizar, comportar isso em forma de Arte, expressar essas linhas conceituais em performances que otimizem nossas produções de Tecnologia.


Aqui nos deparamos com duas conotações primárias acerca do Saber:


. Empenhar isso para vários pontos de vista sociais (inferirem sem dogmas religiosos, ensejar abordagens singelas ou maduras, sem rigores matemáticos e de engenharias).


. Demonstrar toda essa contextualização lógico-espacial em Ciência, nas ciências.

...
A íntegra dessa argumentação que é  introdutiva ao lançamento de "Lógica Espacial -- O Bordo da Máxima Consciência" estará na entrevista exclusiva com o Pensador a ser postada possivelmente no espaço Gleam(er(s)-Team.

Sucesso aos leitores ...

Shere W.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Afirmação Comprovada: o ESPAÇO propende naturalmente à concatenação

A Lógica Espacial determinava em argumentos conceituais que o AMBIENTE ESPACIAL (o ESPAÇO, o Universo) propendia naturalmente à organização. Eis uma prova de tirar o fôlego -- (de a gente ver como a Natureza é linda) -- acervo cedido cordialmente pelo Pensador Deam Klyss: